quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Um verso de cada vez...

Estranhamento...
Estranho sentimento, um nó
Um nó, um anseio, um temor... tremor!

Palavras, palavras, palavras...

Um livro sobre a mesa
Anotações insignificantes
Me importam as palavras?!

Palavras, duras palavras...

Uma necessidade ébria e ninguém se importa?
O copo seca... a chama apaga...
Um gosto amargo na boca e ninguém se importa!

Palavras... não há mais palavras!

Às ruas uma necessidade ébria
Alguém pede um cigarro, será que se importa?
São meus, só meus! E do amargo na boca...

Palavras... será que alguém se importa?

Necessidade ébria, amarga necessidade ébria
Eu, que não fumo... um gosto amargo?!
Necessidade ébria... insônia.

Mas a vida não permite ensaios...



Obs.: uma das partes mais emocionantes da música é o solo de guitarra, mas não achei o clipe, só o show acústico... sugiro escutar a versão do player de música abaixo.



eu que não amo você
(gessinger)

eu que não fumo queria um cigarro
eu que não amo você
envelheci dez anos ou mais nesse último mês


senti saudade, vontade de voltar
fazer a coisa certa: aqui é o meu lugar
mas, sabe como é difícil encontrar
a palavra certa, a hora certa de voltar
a porta aberta, a hora certa de chegar

eu que não fumo queria um cigarro
eu que não amo você
envelheci dez anos ou mais nesse último mês


eu que não bebo pedi um conhaque pra enfrentar o inverno
que entra pela porta que você deixou aberta ao sair
o certo é que eu dancei sem querer dançar
agora já nem sei qual é o meu lugar
dia e noite sem parar procurei sem encontrar
a palavra certa, a hora certa de voltar
a porta aberta, a hora certa de chegar

eu que não fumo queria um cigarro
eu que não amo você
envelheci dez anos ou mais nesse último mês


eu que não bebo pedi um conhaque pra enfrentar o inverno
que entra pela porta que você deixou aberta ao sair